quinta-feira, abril 22, 2010

Não sei um bom título, pense você mesmo.

Ás vezez... mais uma vez, me encontro, mais uma vez, confusa, desperta, percebo, me acalmo, acalento meu próprio desespero, tento fugir... De novo mais uma crise, poucos minutos antes de dormir, ela se estoura, se esvai, não demora, e se esvai. Escrever todo mundo sabe, todo mundo consegue, persuadir alguém com suas escrituras também, não sou melhor do que ninguém, isso me dá preguiça de escrever, mas uma música do qual eu não sei o nome e muito menos quem a canta, está na minha cabeça agora, martelando, e me impulsiona, pra dentro de mim. Lembro que a escutei tocar no rádio esses dias, música nova (dessas com propagações de meio termo), uma letra que fala das mesmas coisas que as outras, uma melodia não menos melancólicas que as outras do estilo, mas que não sei o porquê, me impressionou!
Inferno, bendito, maldito, não sei, quem vai saber? A vida cada vez mais com suas armadilhas, isso é um teste? 24 hrs de teste? 12 meses de provas? Ou 17 anos pra ser mais precisa? Talvez. Que incerteza absurda de saber as coisas, paro, respiro... Então tento entender, recomeçar, rio mais uma vez, brinco da vida mais uma vez, esqueço do que me aflinge afinal um gosto ruim não é tão mal assim, da pra sentir no canto da boca mais você o ignora como não estivesse ali, entendem? Joga o fora, cospe, como estivesse expulsando de si uma coisa que sabe que vai voltar, em pouco tempo, ele está ali de volta. Faça tudo de novo, aquele mesmo processo, até chegar uma vez que sentirá preguiça e o deixará ali, até enjoar daquele maldito gosto...

sábado, abril 17, 2010

Está tudo bem, outra vez...


Repáginando, fazendo um retorno, volto a querer ser como sempre fui, pensando que isso estivera morto em mim -porém acredito que nunca estivera verdadeiramente morto - só descubro as desvantagens de um verdadeiro eu. O medo. Acordo todas as manhãs precipitadas de que estou fazendo a coisa errada, e se eu realmente estiver? Como fazer a coisa certa? A quem devo correr e pedir ajuda? Coisas bobas e automáticas despertam um tipo de sentimento melancólico, coisa chata! Estranha demais pra ser verdade, deixa correr, espera, sente, espera de novo e depois chora.
A vida circula nesse caminho, muda e sente mudar, anda de forma lenta mas que se você perceber passou até rápido demais, como tudo estivesse bem e... não está? É claro que está, outra vez. A vida ganha coisas imagens e respectivamente sonhos, podemos até achar que são perdidos mas na verdade são apenas "destilados" - prefiro dizer assim- destilados numa forma de pensar e agir, é sonhar e acreditar que está sonhando, é dizer que partiu sem nem mesmo ter percebido que ficou, por amor, esperança ou até por está tudo bem... outra vez, volto a dizer isso, outra vez volto a escrever palavras.